Psicotizzando
Em muitos momentos de nossas vidas sentimo-nos como se estivéssemos fora da realidade. Nesses momentos libertamos nossas mentes de tal forma que nossa possibilidade de criação se torna praticamente infinita. Alguns optam por ignorá-la. Eu optei por transformá-la em palavras. Palavras essas que estarão gravadas aqui de hoje em diante.
quarta-feira, 21 de outubro de 2026
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Quase
Um último suspiro
Ainda um tanto
Sonolento e talvez
Exausto
Que sequer percebi
Ultimamente o quanto
A falta e a
Saudade marcam
Esses momentos
Quando a lembrança
Última de uma presença
Ainda insiste em
Se fazer angústia
E um nó na garganta
Que falha na
Ultrajante tarefa de
Aprisionar a tristeza e
Segurar um choro
Em um grito emudecido de
Querer retornar pela
Última vez a um tempo
Anterior, no qual
Sua companhia
Existia para além da memória
Quisera eu, em
Utopia e ilusão
Adormecer e
Sonhar um sonho de
Eterno encontro, ou
Quem sabe, ao menos, ter
Um breve e derradeiro instante
Apenas para dizer que
Sinto muito não poder
Estar lá no teu adeus
sábado, 17 de outubro de 2026
Des-ser
Opacos, distantes,
E no ecoar emudecido
Das batidas finais
De um coração inerte
Em um peito sem hausto,
Esvanece-se a consciência
Do que um dia se fez memória
E nada sobra senão
Um invólucro vazio de carne
Sem um pensamento
Que lhe permita existir
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Urbanidades insones
No teto, sombras tremeluzentes
Nos ouvidos, um constante vruuuummm
Crimes silenciosos e amores ecoantes
Em contraste, a invasão de um silêncio sufocante
De um tempo vivo: tic-tac... tic-tac
Com os primeiros raios de sol
Olhos vermelhos despertos
E as badaladas da manhã: blem, blem, blem
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
(~in)finitivos
Contemplar... Perceber
Ser
Nutrir e crescer
Florescer
Arriscar...
Ganhar e perder
Aprender, amadurecer
Experimentar, amar
Sofrer, seguir, insistir
Desistir
Recomeçar
Contemplar, ressignificar
Absorver...
Compreender e reaprender
Lutar, vencer, ceder
Conceder
Ver passar, relutar
Debater, resignar-se
Aceitar
Rememorar
Perecer
Extinguir-se
Desvanecer
sábado, 10 de outubro de 2026
Um dia
Roupas sem pêlos
Um tapete no lugar
Uma escada limpa
Sofás inteiros
Chinelos antigos
Saldo na conta
E uma coleira vazia
Nesse dia não se ouvirá
O bater de rabos no chão
O arranhar das paredes
O latido estridente
O ronco pela noite
O arfar depois da brincadeira
O tec-tec na madeira
O suspiro num colo a relaxar
E apenas restará
Um silêncio a ecoar
O vazio que transborda
Um olhar distante
Perdido sobre um álbum de fotos
Com olhos marejados
E um sorriso de canto
Numa casa que não é mais um lar
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
(...)
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
₃₈Sr
Aula de química
Um tédio oportuno
109 elementos
A tabela periódica
Um nome engraçado
₃₈Sr, Estrôncio
Um desejo de um sonho
E um destino a traçar
De orelhas fartas
E um corpo franzino
Andando em quatro patas
E um rabo a abanar
À tela do celular
Foram tantos anos
Até você chegar
Num dia 6 de janeiro
E meu colo, como sua morada,
Reivindicar
E promessas vazias
De que jamais chegaria
O tempo em que
Você iria reinar
Sobre os sofás e nos quartos
Sem qualquer pudor
Desde que um sonho juvenil
Pôde se fazer concreto
E os barulhos de patas
E um latido agudo
Viraram a trilha sonora
De uma vida feliz
sábado, 3 de outubro de 2026
Vó
Mimoso vindo de dentro do forno
Daquele amarelo bolinho morno
E um pãozin' de queijo pra boca aguar
A vida da gente mais um tiquinho
E pra terminar aquele docinho
De leite com coco pra deliciar
A mesa posta pra tomar café
Nem gente em roda a comer e sorrir
O fardo da vida como ela é
Aceitar o tempo e te ver partir
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Meidade
Meio vazio?
Meio cheio?
Meio passado...
Meio futuro...
Presente somente.
Insípido.
Destilado?
Deste lado.
Ou do outro?
Apenas meio.
Meio vazio.
Sem cor.
Sem graça.
Sem taça.
Sem requinte.
Nem quente,
Nem frio.
Meio... Meio!
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Morfo-lógicas
A germinar pra sempre
Da terra aos céus
Dos seus aos meus
Os olhos a brilhar
E assim, a brotar
Os ramos rebentos
Que preencherão
A paisagem do nosso
Futuro do presente
Dos corpos, dos sonhos
Que renderão os frutos
Os fetos, os afetos
Do presente
As mazelas do tempo
As jabuticabas passavam
Tal qual o brilho dos teus olhos
No pretérito imperfeito
Em desafetos distantes
Esmaeceriam os destinos
No futuro do pretérito
sábado, 26 de setembro de 2026
Exatos estocásticos
— diria o cientista,
e talvez o otimista.
o estatístico,
e o realista convicto.
o integrativo charlatão...
e o pessimista (com razão).
Ficcionices
Num elevador:
Sabe?
De uma coisa eu sempre tive medo:
De que algo assim acontecesse muito.
Embora, é verdade, amores,
Nascem em situações
Como essa, ao menos.
Foi o que li nos livros.
Andares num elevador:
Sabe de uma coisa?
Eu sempre tive medo
De que algo assim acontecesse.
Muito embora, é verdade,
Amores nascem
Em situações como essa.
Ao menos foi o que li nos livros.
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Erosão
Enebriado
Exótico
Eufórico
Exagerado
Erótico
Sacro
Si
Sol
Só
Senão
Hermético
Heróico
Hipotético
Hilário
Herético
Pungente
Prolífica
Penetrante
Permanente
Parafílica
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
sábado, 19 de setembro de 2026
E nada mais
Somente... Semente...
Displicente?
Reto... Discreto...
Abjeto?
Feito... Desfeito...
Imperfeito?
Feliz... Infeliz...
Por um triz?
Lirismo... Niilismo...
Eufemismo?
Somente um poema
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Retrofilia(?)
Às vezes me pego
Aflito, reflito utópico
Num tempo entrópico
Que guarda do passado
Um acalento frustrado
Dum brinquedo largado
Um papagaio rasgado
Uma resignação pungente
Um clamor dissidente
De um tempo que passou
E me fez o que sou
quarta-feira, 5 de junho de 2019
Insônia II
Repousado sobre os lençóis
De apenas mais um dia comum
Numa luta que lhe consome
Senão o corpo, talvez a alma
Agarra-se à esperança
Aflige-se da invulnerabilidade
Que a noite contempla
Enquanto anseia pelo fechar dos olhos
Que jamais virá
Sente o clamor de suas entranhas
Mas não se vê capaz
De entregar-se tão vulneravelmente
Ao Tãnatos que à noite o espreita
Sem jamais tocá-lo
Busca, em vão, pelo homem de areia
Condenado a sonhar
Na vigília do pensamento
Sem que, na ternura da noite,
Se deleite no afago das plumas do adormecer
Como o morcego de Augusto dos Anjos
Que feio igual a um olho
Não há de se abater com qualquer ferrolho
Persistente, a consciência se mantém
Invadindo o quarto e o pensamento
Assim, por mais uma noite
Madrugada adentro
O corpo se desfalece
Mas resistem os olhos
Enquanto forte e imponente
Ela permanece
Dissonância Cognitiva
Vivenciar a amargura
Daquilo que nunca fui
Sentir falta do não vivido
Como se fosse assolado
Por uma grande perda
Do que jamais tive
Sonhos desfeitos pelo tempo
E também pelas más escolhas
Tempo, que agora nos cobra
Voraz, nos devora
Como se um piscar de olhos
Fosse suficiente
Para nos separar de nós mesmos
No desalento daquilo que poderia ser
Mas jamais será
De onde viria, porém, a sabedoria
Senão dos erros cometidos?
Comedidos? Nem um pouco
Na sede impulsiva
De uma juventude
Que jamais retornará
Um sonho perdido no passado
Apenas mais um entre tantos outros
Que um dia já deixei de sonhar
Mas não foram outrora os sonhos
Mais importantes que o porvir?
Sonhos de um coração inquieto
Que na ansiedade de satisfazer-se
Afogado na ilusão
De encontrar no passageiro
A eterna felicidade
Se fez cego diante das evidências
De uma escolha sem sentido
Mas onde haveria sentido
Que não na paixão de um coração juvenil?
Ora, de que valem as escolhas
Se não para afagar
A necessidade de se aventurar
Pelo infinito desconhecido?
O sentido da vida está na jornada
No propósito que a ela se dá
Ao encontrar a si mesmo no entrelaçar do tempo
Será o tempo, contudo, capaz de unir
As duas pontas da vida?
Até que chegue o momento
Quantos serão os sonhos
Sonhados em vão?
Estaremos nós abandonados
A mercê de um futuro
Que nos devora
Na incerteza do amanhã?
Uma única certeza nos acompanha
Desde o sacro ventre até o seio da terra
O tempo chegará
E, implacável, consumirá
Os sonhos
As incertezas
E a nós mesmos
terça-feira, 4 de junho de 2019
quarta-feira, 29 de maio de 2019
Despedida
Veio como um golpe fulminante
Tão brevemente como um instante
O que era eterno se fez final
Numa forma tão vil e brutal
O que parecia tão distante
Logo transmutou-se em lancinante
Sofrimento nunca visto igual
De tua presença a despedida
Na insensível realidade
Da qual não se encontra uma saída
Degladio-me com a verdade
Não aceito, de tua partida,
Viver somente em saudade
Saudades
Que impiedoso nos impõe a finitude
Do humano a vicissitude
"Do pó ao pó"
Ilusão do que outrora eterno
Num instante se fez efêmero
O existir na falta
Do temor à realidade
Conotativo manto
Do mítico ceifeiro
Encobre o que se sempre se fez presença
E agora sobrevive na lembrança
Das incertezas de um sono eterno,
Prometida salvação ou um mero não ser
Ampara-me a vã esperança
De estar fadado à sorte
De quem, por toda a vida,
Esteve errado sobre a morte
Vista Cansada
Seus olhos fitavam o mundo
Suas pálpebras caídas
Carregando o peso da tristeza
De uma vida mal vivida
Adornadas pelas rugas
Que não eram muitas nem poucas
Mas que escreviam uma história única
De seus sessenta e poucos anos
No canto da boca, um sorriso amarelo
Buscando disfarçar sem sucesso
Uma esperança vazia
De viver, quem sabe,
Algum outro dia
sábado, 26 de agosto de 2017
Pensamentos
Não duram mais
Do que um único instante.
Se eu posso dizer,
Não mais existem no presente.
São constantes do passado
Que nos guiam no futuro
E nos identificam no agora.
Se apoiados na memória,
Eu existo.
Se esvaziados de lembrança,
Não me resta vida.
Um acerto de Descartes:
"Eu penso, eu existo".
Porém, o existir em si mesmo
Só se faz possível
Se constituídos de história.
A vida não se define no corpo;
Tão pouco naquilo que chamam 'alma'.
É possível estar morto sem perecer.
Morre-se ao se perder de si mesmo.
Morrer é sucumbir a consciência
Ao tormento do esquecimento.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Insônia
domingo, 25 de dezembro de 2011
Não Ser
Dos grandes poetas,
Vi meu lírico eu
Surdo,
Cego,
Silente...
Entregue à sorte.
Fadado à morte.
Incapaz de perceber,
Encantar, ou mesmo contentar-se
Com a beleza dos brancos versos.
Queria-as...
– As rimas –
Ah, como queria-as!
Emparelhadas, interpoladas, alternadas...
Raras, ricas,
Pobres que fosse...
Não importaria.
Desde que, no fim,
Saciassem seus ouvidos
Com sua melodiosa homofonia.
Entretanto, como foge
Ao seu caçador
A mais astuta das presas,
Fugiam-lhe.
E a pena repousava esquecida,
No silêncio do poeta.
Mas seria poeta de fato
Se nem sequer rimar sabia?
Talvez, na sua imensa presunção,
Apenas preferia se chamar assim.
sábado, 11 de junho de 2011
Lógica do Amor Contemporâneo
Se o corpo não mais que da razão se ocupa
E nada mais lhe preocupa
Que senão, da lógica, o argumento?
E assim, ainda que verdadeiro o antecedente
Implique uma verdade do consequente
Do raciocínio, a veemência:
Não se faz válida a inferência
O amor há de ser sempre
Uma falácia!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Positivismo
Sequer resquícios
Daquilo que
Um dia foi meu vício
Já não me inspiram mais as musas
Não me deleitam as palavras de Vinicius
E guiado pela pureza
De uma razão exacerbada
Caminho para o destino
De quem já não sente nada
Extinguiu-se a poesia
Não existe mais lirismo
O poeta e o cientista
Separados por um abismo
sábado, 9 de abril de 2011
Eugênia de Brás
Os olhos tão lúcidos
Uma boca tão fresca
Um rosto de ninfa
Os lábios virgens de um beijo
Meu súbito encanto
Mas que num só passo se desfez
Da natureza, um escárnio
E meu cínico questionamento
"Por que bonita, se coxa?
Por que coxa, se bonita?"
Era manca a minha Vênus
domingo, 20 de março de 2011
Reparação
Surgiu da última fagulha da esperança
O reencontro daquela face
Há muito fadada ao destino
De viver somente em lembrança
O pranto se fez riso
Olhos se fizeram cintilar
Um suspiro, um toque, uma lágrima...
Um beijo
Uma nova chance para amar
Traçado um novo destino
Em que o lamento se fez alegria
Reescrito em estrofes e versos
De uma tão bela poesia
Mas quando se fecham as páginas
Extingue-se a felicidade
De figuras, rimas ou métrica
Desveste-se a realidade
Aqueles olhos ainda vazios
Corpos que jamais se tocaram
Separados eternamente
Desde que a morte encontraram
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Premissas
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Selos
1- Nome: Eduardo Cunha Vilela.
2- Uma música: Just Breathe - Pearl Jam.
3- Humor: Ansioso.
4- Uma cor: Vermelho (apesar de gostar muito de preto e branco, acho que o vermelho ainda é minha cor preferida).
5- Uma estação: Outono.
6- Como prefere viajar: Ônibus (acho mais seguro do que carro, apesar de demorar mais. Mas nunca viajei de avião).
7- Um seriado: Two and a half Men.
8- Frase ou palavra mais dita por você: Não aguento mais essa cidade, preciso ir embora logo.
9- O que achou do selo: Interessante.
II-
Regra: Dizer 10 coisas sobre mim.
1- Tenho muita dificuldade para falar de mim mesmo nesse tipo de brincadeira.
2- Eu estudo Psicologia.
3- Sou bastante impaciente.
4- É praticamente me dar um tiro no peito quando me pedem para explicar alguma coisa e desistem no meio da explicação dizendo: "Deixa pra lá, eu não entendo mesmo".
5- Eu adoro Biologia, principalmente a evolução - ainda mais a evolução humana.
6- Eu tinha vontade de voar, mas, como não posso, hei de me contentar com pular de paraquedas um dia e ficar 50 segundos em queda livre.
7- Eu sou tímido, embora não pareça.
8- Eu pratico artes marciais.
9- Sou viciado em cereal com leite.
10- Eu gosto do caos, daquilo que não se pode prever, que desafia as probabilidades.
- Colocar o nome de quem ofereceu este selo: Arianne, autora do Epifania
- Responder a pergunta: O que tem em comum o amor e a simplicidade?
Indicados aos Selos: (Farei uma única indicação de 15 blogs aos 5 selos. Porque se fosse para indicar cada vez dez blogs, eu ficaria apenas alternando um ou outro a cada selo e no final os indicados seriam esses 15)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Sinto...
domingo, 30 de janeiro de 2011
A Morte de um Poeta*
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Batidas Últimas
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Homenagem ao Malandro*
Arrependimento Em Rimas Pobres
Selos

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Problemas Técnicos
Obrigado pela compreensão.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Selos
sábado, 18 de dezembro de 2010
Na Fórmula do Poetinha
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Amor, Pseudo-Amor
Os teus olhos eu nem mesmo vejo
E esses teus lábios que me entorpecem?
Dos meus, nem mesmo o toque conhecem
Dos nossos corpos que se enlouquecem
Verdade é que eles se desconhecem
Só finjo te fazer um gracejo
Desejo-te sem sentir desejo
Mero fruto de ingenuidade
Sempre rende-nos boas risadas
Dos que acreditam sim ser verdade
Essa nossa paixão inventada
Mas eu jamais te iludo, não minto
É sincero esse amor que não sinto
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Versos Devolutos
Que pra fazer um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
Ou senão não se faz um samba não
De insolente falta de inspiração
Eu digo, essa é a causa com certeza
Já que despido de qualquer tristeza
Segue, do versador, o coração
Desvestido de todo o sentimento
Em seu desapego, sem seu amor
Sem medo de chorar, sem sofrimento.
Mas ainda que cause tanta dor
Eu prefiro o poético tormento
Do que tão insensível desamor
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Coração de Aticuruman
Deixaste verdes mares bravios
Partiste para as terras d'além mar
Onde, na solidão de solo luso
Vem saudades te encontrar
Carente de nativa terra tua
Frente à fria tela iluminada
Te privas da noite à luz da lua
Onde anseias pela pátria amada
Ainda que dissimules tal infelicidade
A tristeza o teu olhar exalta
A ti mesma tentas convencer, mas não esconde
Em teu coração sobra tanta falta
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
José Feliz Humano
José, humano feliz
Feliz, José, por ser humano
Humano, José, por ser feliz
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Brincando de Machado Pt. III
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Selos.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Transtorno de Conduta pt. I
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Solidão
Que se derramam dos olhos
Olha esse sangue
Que transborda o peito
Tamanha é a tristeza
Que cala, até mesmo, minhas palavras
Essas, vãs, dispersas e frias
Se fazem incapazes de expressar
Tão intensa melancolia


