Nos olhos sem brilho
Opacos, distantes,
E no ecoar emudecido
Das batidas finais
De um coração inerte
Em um peito sem hausto,
Esvanece-se a consciência
Do que um dia se fez memória
E nada sobra senão
Um invólucro vazio de carne
Sem um pensamento
Que lhe permita existir
Opacos, distantes,
E no ecoar emudecido
Das batidas finais
De um coração inerte
Em um peito sem hausto,
Esvanece-se a consciência
Do que um dia se fez memória
E nada sobra senão
Um invólucro vazio de carne
Sem um pensamento
Que lhe permita existir
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