O ser que se busca no outro
E que de si faz-se morada solitária
Não encontra no amor a razão
E assim abandona a graça
E o sentido de toda fé.
*
E, com todo seu ar ranzinza,
“Amor?” — disse ele — com desdém.
"Nunca senti, nunca chegou até mim"
De bate-pronto, respondeu ela, impaciente:
“Amar se aprende, Armando.”
E que de si faz-se morada solitária
Não encontra no amor a razão
E assim abandona a graça
E o sentido de toda fé.
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E, com todo seu ar ranzinza,
“Amor?” — disse ele — com desdém.
"Nunca senti, nunca chegou até mim"
De bate-pronto, respondeu ela, impaciente:
“Amar se aprende, Armando.”
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